sexta-feira, 15 de maio de 2015

Evidências do 'Dilúvio de Noé'


Uma das evidências mais fortes de um dilúvio global que aniquilou todas as pessoas na Terra, com exceção de Noé e sua família, é a presença ubíqua de lendas de um dilúvio no folclore de grupos de pessoas em todo o mundo. 

O Dilúvio esta descrito em fontes americanas, asiáticas, sumérias, assírias, armênias, egípcias, persas, entre outras, de forma basicamente semelhante ao episódio bíblico. E as histórias são muito semelhantes, tirando alguns aspectos geográficos e culturais, todos eles parecem estar contando a mesma história.

Antropólogos costumam dizer que um mito é muitas vezes um resquício de memória de um evento real. Detalhes podem ter sido adicionados, perdidos ou obscurecidos no conto e reconto, mas o núcleo de verdade permanece. Quando duas distintas culturas têm o mesmo "mito" contido em seu folclore, seus antepassados podem ter vivenciado o mesmo evento, ou ambos descendem de um ancestral em comum que vivenciou o evento.

Tradições 'Diluvianas': Em vermelho - Representação parcial do conto Bíblico; em verde - Representação completa da idéia Bíblica.

Mas além destes 200 a 500 contos espalhados pelo globo de um Dilúvio global, será que existem evidências físicas desta suposta ocorrência cataclísmica?



Alguns cientistas afirmam que as atuais feições geológicas da Terra evidências de uma inundação global.

O Dr. Walter T. Brown, é um deles, um engenheiro americano e ex oficial militar, propõe uma teoria conhecida como a 'Teoria das Hidroplacas'. A teoria tenta explicar as razão por trás das 25 feições geológicas da Terra.  Segundo a teoria, a Terra teria apresentado originalmente continentes contínuos, com muito menos água nos oceanos e baixas montanhas e a configuração atual da Terra teria se formado repentinamente através de um evento cataclísmico. 

 

Teoria das Hidroplacas: Os eventos que descrevem a teoria das hidroplacas são divididos em quatro etapas: fase de ruptura, fase de inundação, fase da deriva continental e fase de acomodação

Fase de ruptura


Segundo Brown, por volta de 4.500 anos atrás, a Terra teria apresentado características diferentes das atuais, com pressão atmosférica elevada (aproximadamente 6 atm), relevo de baixas altitudes e oceanos menos profundos e de baixa salinidade. Também teria possuído um único supercontinente e um lençol de água subterrâneo homogêneo de aproximadamente 1 km de espessura, com cerca de metade da atual quantidade de água dos oceanos, que se situaria cerca de 15 km abaixo da superfície.

Um aumento de pressão da água subterrânea sobre rochas com menor resistência teria promovido uma ruptura da crosta terrestre, lançando violentamente uma enorme mistura de água, terra e rocha na superfície, com uma energia superior à explosão de dez bilhões de bombas de hidrogênio. 

Fase de inundação

Ao chegar à estratosfera, a água lançada teria congelado rapidamente, produzindo cristais de gelo que, ao caírem, teriam originado uma forte chuva torrencial, ao mesmo tempo que teriam promovido o congelamento instantâneo de animais como o mamute, encontrado na Sibéria e no Alasca.
A água em alta pressão emergindo das rupturas teria produzido o grande volume de sedimentos que agora cobrem todo o globo terrestre. Esses sedimentos teriam soterrado plantas e animais, formando os registros fósseis. A Bíblia descreve a inundação global como sendo o Dilúvio e, segundo ela, teria ocorrido em quarenta dias de chuvas contínuas. 

Fase da deriva continental

A erosão promovida pela água em alta pressão teria alargado rapidamente o tamanho das rupturas da crosta terrestre, promovendo a compressão de rochas. O leito do oceano, que até então era plano, teria começado a emergir, formando as cordillheiras mesoceânicas, cobrindo 74.000 km ininterruptos do fundo oceânico.
As placas continentais, definidas como hidroplacas pela teoria de Brown, ainda contendo água subterrânea lubrificante, teriam deslizado rapidamente pelo oceano. Ao encontrarem resistência, as rochas das hidroplacas teriam sido comprimidas como uma espécie de "efeito mola", formando as montanhas acima do oceano e as fossas abissais abaixo deste. Isso teria acarretado o surgimento de oceanos mais profundos, e, ao mesmo tempo, por causa da compactação de rochas, continentes mais altos. 

Fase da acomodação

O movimento dos continentes, em velocidades aproximadas de 60 km/h, teria aberto profundas bacias oceânicas, nas quais as águas da inundação teriam se retraído. Nos continentes, cada cavidade teria moldado depressões ou bacias, as quais naturalmente teriam sido preenchidas com água, produzindo os lagos. A erosão das águas continentais teria produzido cânions em pouco tempo. (fonte Wikipedia)





Outro famoso por suas observações cientificas das deformidades geologicas, e as condições terrestres antes e depois do Dilúvio é o Professor Kent Hovind.

O vídeo abaixo é riquíssimo em informações e evidências cientificas respondendo a diversas perguntas sobre este famoso 'mito' e seu contexto, além de oferecer explicações para a Era do Gelo, a formação de carvão, o Grand Canyon, etc... Considero uma das aulas mais completas e importantes sobre o tema, não deixe de assistir e compratilhar!







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