sábado, 8 de fevereiro de 2014

Cientistas consideram existência de outras dimensões com base em relatos de abduções

Temos aqui mais um exemplo onde a Ciência aponta para a existencia de 'algo mais'. Seguem abaixo relatos de John Edward Mack MD, psiquiatra americano, escritor e professor da Harvard Medical School a respeito de seu livro 'Abduction' que relata estudos sobre o fenômeno de abdução e como estes apontam para a possibilidade de que existem universos paralelos ou outras dimensões de realidade.


John Edward Mack MD, psiquiatra americano, e investigador do fenômeno de abduções


Antes de qualquer desses assuntos com relação ao fenômeno da abdução poder ser considerado útil, é importante coloca-lo o em um contexto ontológico [ontológico – que investiga a existência], pois o "status de realidade" deste, como qualquer assunto, irá determinar a relevância das perguntas e críticas mais específicas. Este livro ("Abduction" John Mack MD) descreve um mapa clínico do território de abduções, que eu acredito mostra que estamos lidando com um fenômeno que pode não ter origem em nossa realidade física, mas que penetra a nossa realidade de forma variável ou se manifesta nele de formas variáveis. Este mesmo conceito é um tanto quanto revolucionário e difícil de compreender dentro de nossa atual visão do mundo secular. No entanto, as minhas experiências com abduzidos me empurram em direção a essa conclusão.
No caso de algumas experiências de abdução, o indivíduo parece realmente estar ausente como descrito por outros. Mas outros incidentes parecem ser mais experiências fora do corpo, ou até mesmo encontros com estranhas formas de luz, sons, vibrações ou outras energias capazes de criar fortes sensações táteis, mas sem a ocorrência de qualquer coisa que poderia ser chamado de uma abdução, em qualquer sentido literal. O fenômeno parece operar de forma sutil, evasiva e até de formas enganosas, como se uma inteligência maliciosa estivesse agindo. No entanto, depois de cinco anos de envolvimento nesse campo, cheguei a conclusão de que esta sutileza é intrínseca a este fenômeno,  e deve ser abraçado, se quisermos penetrar os mistérios do fenômeno da abdução .

Para alguns de meus críticos a possibilidade de que a experiência de abdução realmente ocorreu, mas não por completo em nossa realidade física, nem em qualquer realidade ou dimensão ao qual temos acesso por meios empíricos, seria em termos uma contradição. Mas outros cientistas estão abertos à possibilidade de que essas experiências estão ocorrendo, pelo menos em parte, em outra realidade. Cientistas como Fred Alan Wolf, Rudolph Schild, Jacques Vallee, Carl Brunstadt e Ronald Bryan estão confrontando a possibilidade de que existem universos paralelos ou outras dimensões de realidade a partir do qual informações e materiais podem entrar no nosso mundo físico.
Mas se existe a possibilidade de existencia destes domínios "invisíveis” da realidade, e ao explorar experiências de abdução, estamos lidando com um reino ou reinos em que a mensuração direta, objetiva e externa não é possível, então devemos, necessariamente, basear para o nosso conhecimento nos relatos subjetivos da experiência humana. Mesmo em pesquisas como a do psiquiátrica assistente social John Carpenter, relatando pessoas sendo abduzidas ao mesmo tempo, onde os relatórios corresponderam nos mínimos detalhes, dependem da avaliação da experiência subjetiva (Carpenter , 1993).

 Parece-me que um estudo responsável e abrangente do fenômeno de abdução apela ao desenvolvimento e aplicação de uma ciência da experiência subjetiva, como a descrita por Stolorow (1992). Devido ao fato de que relatos pessoais são a nossa principal fonte de conhecimento de abduções, temos de ser especialmente rigorosos na avaliação de sua autenticidade, a intensidade afetiva e consistência ao compará-los uns com os outros, bem como a motivação, o ceticismo, credibilidade e sinceridade do relator em referência à sua experiência, e a relação das experiências de abdução com a história de vida da pessoa. Eu deveria apontar, no entanto, que este tipo de avaliação de relatos subjetivos sem corroboração de evidência física é o principal dados da psicanálise e da psiquiatria psicodinâmica. Uma formulação psicodinâmica correta explica memórias passadas e comportamentos atuais e prevê comportamentos futuros. Da mesma forma, uma análise adequada da experiência subjetiva de abdução deve ser corroborada por, e informar achados físicos, bem como prever eventos futuros.

A posição ao qual cheguei, depois de muitas centenas de horas de trabalho com experimentadores de abdução, é que estamos lidando aqui com um profundo mistério que tem potencialmente vastas implicações para o nosso mundo contemporâneo. Porque ainda não tenho indicações para concluir que aquilo que os experimentadores dizem que lhes aconteceu, na verdade não tenha ocorrido. Os dados experimentais, os quais, na ausência de evidência física mais robusta, são as informações mais importante que temos, sugerem que experienciadores de abdução foram visitados por algum tipo de “inteligência alienígena", que tem os impactado fisicamente e psicologicamente. Na verdade, essa conclusão se encaixa tão fortemente com os dados que eu e outros pesquisadores de abdução temos coletado, que duvido que esta possibilidade seria tão vigorosamente resistida se não fosse o fato de que este fenômeno viola a nossa visão do mundo científico e o controle implícito de nosso ambiente de vida que o acompanha.
Como parte de nosso esforço para explorar se o fenômeno da abdução, como tem sido sugerido, é principalmente uma ocorrência Ocidental, o meu colega Dominique Callimanopulos e eu temos explorado abduções alienígenas em outros países e entre os povos indígenas americanos.

 Em Novembro de 1994 , entrevistamos Credo Mutwa , um curandeiro zulu na África do Sul, que descreveu experiências de abdução clássicas. Também conversamos com muitas crianças em uma escola fora de Harare, capital do Zimbabwe, que relataram ter visto em plena luz do dia durante o intervalo de aula, vários OVNIs e dois seres alienígenas logo ao lado de fora do perímetro da escola. Sr. Mutwa, com setenta e três anos quando o entrevistei , lembrou vividamente, por exemplo, uma experiência aterrorizante que ele teve aos trinta e sete anos. Enquanto trabalhava com mineração no mato, ele de repente foi transportado para um recinto com paredes curvas, onde se encontrou em uma mesa rodeada por seres alienígenas cuja descrição era semelhante aos pequenos "grays" (cinzas) com os quais estamos familiarizados no país. Ele em seguida foi submetido aos tipos de experiências humilhantes descritos neste livro. Em fevereiro de 1994, um agricultor no Brasil nos relatou com intensas emoções, um encontro semelhante, com pequenos seres cinzas.
Sr. Mutwa e as crianças estavam angustiados com as suas experiências. Mas eles também relataram espontaneamente de terem recebido comunicações poderosos dos seres alienígenas, especialmente através de seus enormes olhos negros, sobre a falha de nossa espécie em tomar o devido cuidado com a terra.

As interpretações e as conclusões deste livro são hipóteses, destinadas a convidar outras pessoas a se juntar a mim na exploração desse importante mistério. O campo de abdução alienígena é um novo campo, e merece uma investigação multi-disciplinar ampla e sistemática. A minha esperança é que, se mais nada, este livro encoraje pelo menos alguns dos céticos que criticaram os meus métodos e hipóteses a mergulhar nos dados preliminares deste campo, ou seja, as experiências daqueles que foram submetidos aos encontros de abdução, e tirar suas próprias conclusões sobre o que está acontecendo aqui e o que isso pode significar para o futuro humano.
Artigo extraido de www.ufoevidence.org
Infelizmente John Mack foi atropelado e morto no dia 27 de Setembro de 2004. Conveniente, não!?

Nenhum comentário:

Postar um comentário