sábado, 23 de junho de 2012

Uma Dissensão Científica do Darwinismo



 
O Scientific Dissent From Darwinism é uma breve declaração pública feita por cientistas que expressam ceticismo com relação a principal reivindicação neo-darwinista de que a seleção natural agindo por meio de mutações aleatórias seja o principal mecanismo para o desenvolvimento da complexidade da vida.

"Nós somos céticos com relação as afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado."

Durante décadas recentes, novas evidências científicas de muitas disciplinas científicas como a cosmologia, física, biologia, da pesquisa de "inteligência artificial", e de outras áreas fez com que os cientistas começassem a questionar o dogma central darwinista da seleção natural e a estudar com mais detalhes a evidência que a apóia.

Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apóia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.

Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e se levantam como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde quando o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas têm se manifestado corajosamente para assinarem seus nomes.

A lista está crescendo e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).


"A vida como revelado pelas novas tecnologias é mais complicado do que o ponto de vista darwiniano havia previsto. Assim, a teoria da evolução, que foi considerado como um alicerce fundamental da biologia em 1959, tem hoje um papel mais periférico. A ciência moderna torna possível ser um "duvidoso" cientificamente informado com relação as teorias da evolução darwiniana."
-Dr. Roland Hirsch, Ph.D. química

"Como químico, a questão mais fascinante para mim gira em torno da origem da vida. Antes de haver vida, não havia biologia, sómente a química - e química é a mesma de sempre, em todos os tempos. O que funciona (ou não) hoje, funcionou (ou não) "no início". Assim, as nossas ideias com relação a o que aconteceu na Terra antes do surgimento da vida são eminentemente testáveis em laboratório. E o que vimos até agora, quando as reações são deixadas "sem manipulação" como seriam no mundo natural, o resultado é muito pequeno. De fato, as reações de decomposição e reações concorrentes são muito mais presentes do que as reações de síntese. Somente quando um agente inteligente (como um cientista ou estudante de graduação) intervém e "ajusta" de forma precisa as reações e condições, que vemos progresso, e mesmo assim ainda é muito limitado. Por este motivo, é a Química em si que exige algo mais do que apenas o tempo e o acaso. (...) O que sabemos é que as reações químicas aleatórias são lamentavelmente insuficiente e muitas vezes trabalhando contra os caminhos necessários para ter sucesso. Por estas razões eu tenho sérias dúvidas se o atual paradigma darwinista irá fazer mais progressos nesta área."
-Edward Peltzer
Ph.D. Oceanografia da Universidade da Califórnia, San Diego (Scripps Institute)
Editor Associado, Marine Chemistry

http://www.dissentfromdarwin.org/about_prt.php
 

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