quarta-feira, 27 de junho de 2012

Os "casos zumbis" explicados!


Os "sais de banho" são um tipo de novas drogas criadas em laboratório que geram comportamento violento
Foto: AP

Mariana Bittencourt

Um crime cometido no início deste mês chocou os moradores da cidade de Waco, no Estado americano do Texas: um homem que havia fumado maconha sintética matou e comeu um cachorro. Michael Daniel, 22 anos, agrediu e estrangulou o animal após consumir a droga. Em seguida, ele mordeu o cão, arrancando pedaços de carne, segundo a polícia. Este e outros crimes violentos alertaram as autoridades dos EUA para o consumo de novas drogas sintéticas.

Criadas em laboratório, essas substâncias são capazes de transformar usuários em "monstros", segundo o médico diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo, Antony Wong. Relatos da polícia americana à imprensa local confirmam: cresceu o número de prisões de indivíduos muito alterados. Em Waco, Daniel disse que havia consumido maconha sintética, também chamada de K-2. Mas existe outra droga desse tipo considerada nova e perigosa - os "sais de banho".

De acordo com o médico Antony Wong, essas drogas são como "um crack piorado". "O efeito dessas drogas é muito grave porque torna a pessoa literalmente um monstro. Não é nem um animal, é um monstro, porque ela não tem como controlar suas emoções nem sua força", afirmou o médico. "É como se o cérebro delas se desconectasse do resto do corpo", disse. "As pessoas que usam ficam gratuitamente violentas, agressivas, a tal ponto de matar sem ter nenhuma noção de por que fizeram isso", afirmou ele.

Mas não foi em todos os casos nos quais se suspeita do uso dessas drogas que a violência ocorreu contra outra pessoa ou animal. No mês passado, a polícia de Nova Jersey foi chamada porque um homem estava trancado em um apartamento e ameaçava cometer suicídio. Os agentes arrombaram a porta e ordenaram que Wayne Carter, 43 anos, soltasse a faca que portava, mas ele passou a se esfaquear no abdômen, pescoço e pernas. Quando os policiais usaram gás de pimenta para tentar impedi-lo de continuar, o homem se enfureceu e começou a jogar pedaços da própria pele e intestinos contra os agentes. Carter sobreviveu e foi internado para tratamento psiquiátrico.

Maconha sintética e "sais de banho"
De acordo com Antony Wong, as novas drogas sintéticas surgiram nos últimos três anos e "são muito mais potentes e agressivas em comparação com as drogas antigas". Os dois grupos são a maconha sintética e os "sais de banho". "A maconha sintética é chamada assim porque é uma erva, só que ela é cultivada e depois acrescentada com substâncias", disse o médico. "Os sais de banho são chamados assim porque a droga foi comercializada dessa forma, é vendida em pacotinhos e, quando você abre, parece sabonete em pó", afirmou ele.

"O que esses dois grupos têm em comum é justamente a extrema violência, a agitação e o alto poder destrutivo sobre a mente e o corpo dos usuários", disse Wong. Na maioria dos crimes que a polícia acredita terem sido cometidos após o consumo dessas drogas, os suspeitos afirmaram não se lembrar do que havia ocorrido - Michael Daniel, o homem que matou o cachorro, disse aos familiares que não tinha qualquer lembrança do crime e foi à igreja para pedir perdão a Deus.

Os parentes de Daniel o descreveram como um pai dedicado de duas crianças e um amável tio, e que o crime foi algo completamente diferente do caráter dele. Para o médico do Hospital de Clínicas de São Paulo, o argumento faz sentido, já que, sob o efeito dessas drogas sintéticas, "a pessoa não tem consciência ou controle do seu corpo, da sua mente e dos seus freios sociais". "Ela age impulsivamente, sem nenhuma consciência. Ou seja, é como se a parte pensante do cérebro estivesse cortada, seccionada, separada do resto do cérebro", disse ele.

Mais devastadoras do que o crack
O diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo acredita que os efeitos das novas drogas sintéticas seriam muito piores do que os do crack para a sociedade. "Não se pode deixar essas drogas chegarem ao mercado", disse Antony Wong. "Elas têm efeito muito mais devastador do que o crack, porque (...) as pessoas que usam crack eventualmente tornam-se violentas por questão de dinheiro. Agora, nesse caso de usar substâncias sintéticas, a violência é absolutamente gratuita, não tem nenhuma motivação", afirmou ele.

Para o médico, "o pior de tudo é que (o usuário) não tem nenhum freio, então ele come, mutila, destrói uma vítima e não está nem consciente de que cometeu esse crime". O número de casos de pessoas viciadas nessas drogas ainda é pequeno na Europa e nos Estados Unidos, mas, segundo Wong, "o sucesso no tratamento lá no exterior de viciados nessas substâncias tem sido decepcionante". "Nós não estamos nem conseguindo tratar as pessoas viciadas em crack, imagine abrir uma nova frente contra essas drogas - que são pequenas por enquanto, mas as pessoas não têm nenhuma capacidade de reagir", afirmou Antony Wong.

sábado, 23 de junho de 2012

Uma Dissensão Científica do Darwinismo



 
O Scientific Dissent From Darwinism é uma breve declaração pública feita por cientistas que expressam ceticismo com relação a principal reivindicação neo-darwinista de que a seleção natural agindo por meio de mutações aleatórias seja o principal mecanismo para o desenvolvimento da complexidade da vida.

"Nós somos céticos com relação as afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado."

Durante décadas recentes, novas evidências científicas de muitas disciplinas científicas como a cosmologia, física, biologia, da pesquisa de "inteligência artificial", e de outras áreas fez com que os cientistas começassem a questionar o dogma central darwinista da seleção natural e a estudar com mais detalhes a evidência que a apóia.

Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apóia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.

Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e se levantam como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde quando o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas têm se manifestado corajosamente para assinarem seus nomes.

A lista está crescendo e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).


"A vida como revelado pelas novas tecnologias é mais complicado do que o ponto de vista darwiniano havia previsto. Assim, a teoria da evolução, que foi considerado como um alicerce fundamental da biologia em 1959, tem hoje um papel mais periférico. A ciência moderna torna possível ser um "duvidoso" cientificamente informado com relação as teorias da evolução darwiniana."
-Dr. Roland Hirsch, Ph.D. química

"Como químico, a questão mais fascinante para mim gira em torno da origem da vida. Antes de haver vida, não havia biologia, sómente a química - e química é a mesma de sempre, em todos os tempos. O que funciona (ou não) hoje, funcionou (ou não) "no início". Assim, as nossas ideias com relação a o que aconteceu na Terra antes do surgimento da vida são eminentemente testáveis em laboratório. E o que vimos até agora, quando as reações são deixadas "sem manipulação" como seriam no mundo natural, o resultado é muito pequeno. De fato, as reações de decomposição e reações concorrentes são muito mais presentes do que as reações de síntese. Somente quando um agente inteligente (como um cientista ou estudante de graduação) intervém e "ajusta" de forma precisa as reações e condições, que vemos progresso, e mesmo assim ainda é muito limitado. Por este motivo, é a Química em si que exige algo mais do que apenas o tempo e o acaso. (...) O que sabemos é que as reações químicas aleatórias são lamentavelmente insuficiente e muitas vezes trabalhando contra os caminhos necessários para ter sucesso. Por estas razões eu tenho sérias dúvidas se o atual paradigma darwinista irá fazer mais progressos nesta área."
-Edward Peltzer
Ph.D. Oceanografia da Universidade da Califórnia, San Diego (Scripps Institute)
Editor Associado, Marine Chemistry

http://www.dissentfromdarwin.org/about_prt.php
 

terça-feira, 19 de junho de 2012

Do Éden ao Fast food (parte 2)

Se desimpedirmos o caminho, o corpo é hábil o suficiente para se regenerar e manter-se saudável. Está provado que o melhor remédio contra as doenças é a saúde.” –Dr.Silmar Cristo

Nestes vídeos Dr.Silmar Cristo, aborda em detalhes os 12 passos para conquistar saúde e longevidade, dentro dos limites alcançáveis por cada pessoa, em seu contexto e realidade.


Silmar Cristo é médico, consultor e conferencista. Há 20 anos dedica-se à pesquisa e divulgação da vida saudável e longevidade através da auto-somaterapia – restauração da capacidade de cura que o próprio organismo já tem, em si mesmo. É autor de autor e membro da Associação dos Profissionais da Saúde Harvard University e doutronadno em Health Psychology (Psicologia da Saúde), pela Walden University, EUA.

OBS: Esta palestra esta sendo direcionada a um publico da igreja Adventista. Portanto ele também aborda algumas doutrinas adventistas em meio as MARAVILHOSAS dicas de saúde.

Parte 4:

 
Parte 5:

 
Parte 6 (final):

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Do Éden ao Fast-food (parte1)

 “Se desimpedirmos o caminho, o corpo é hábil o suficiente para se regenerar e manter-se saudável. Está provado que o melhor remédio contra as doenças é a saúde.” –Dr.Silmar Cristo


Nestes vídeos Dr.Silmar Cristo, aborda em detalhes os 12 passos para conquistar saúde e longevidade, dentro dos limites alcançáveis por cada pessoa, em seu contexto e realidade.

Silmar Cristo é médico, consultor e conferencista. Há 20 anos dedica-se à pesquisa e divulgação da vida saudável e longevidade através da auto-somaterapia – restauração da capacidade de cura que o próprio organismo já tem, em si mesmo. É autor de autor e membro da Associação dos Profissionais da Saúde Harvard University e doutronadno em Health Psychology (Psicologia da Saúde), pela Walden University, EUA.


OBS: Esta palestra esta sendo direcionada a um publico da igreja Adventista. Portanto ele também aborda algumas doutrinas adventistas em meio as MARAVILHOSAS dicas de saúde.


Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O mundo caminhando rumo ao chip

Comercial do chip "Health Link".



"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." - Apocalipse 13:16,17,18


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Planeta privilegiado

Trecho do documentário "The Privileged Planet" em que se mostra alguns motivos pelos quais a Terra é um planeta especial em um lugar especial.


domingo, 3 de junho de 2012

Em Defesa do Criador

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:
http://www.youtube.com/watch?v=f8tgC4pTYIw&feature=relmfu

Parte 5:
http://www.youtube.com/watch?v=w1cfHMbZbZ4&feature=relmfu

Part 6:
http://www.youtube.com/watch?v=aBfLtN69Dno&feature=relmfu

Part 7:
http://www.youtube.com/watch?v=5_sJhPTx_m4&feature=relmfu