sábado, 21 de maio de 2011

A QUEDA DO CAPITALISMO E ASCENSÃO DO ISLÃ

Estes trechos são de artigos de 2009. Porem achei a sua informação muito alarmante. Precisamos ficar de olho nas metas do Islamismo e sua dispersão no mundo.  

"O Islã irá dominar o mundo"
Nações ocidentais abertas, tolerantes e generosas estão perdendo vantagem, avisa ex-mulçumana do Oriente Médio que hoje vive na America. 


Mulçumanos em países Árabes assim como nascidos e criados no oriente estão trabalhando intensamente para impor a lei Sharia, ou Lei Islâmica em países como Grã Bretanha e Estados Unidos, entre outros, afirma Nonie Darwish que viveu por 30 anos debaixo da lei Sharia no Egito. “Viver debaixo da Lei Islâmica de Sharia é viver na maior prisão de segurança máxima do mundo, e eu não quero ser encarcerada novamente”, escreve Darwish em seu livro Cruel and Usual Punishment: The Terrifying Global Implications of Islamic Law (Punição Cruel e Comum: As terríveis implicações da Lei Islâmica).


Para muitos no Ocidente, é difícil acreditar em punições e opressão extrema aos direitos das mulheres, e costumes matrimoniais injustos como podem ser vistos no Sharia e que ainda existem no século 21.
Mas de acordo com Darwish, ainda existem, e são aplicados em países estritos mulçumanos como na Arábia Saudita, Iran, Afeganistão, Líbia e no Sudão. Alguns estados no norte da Nigéria também que possuem cortes de Sharia, e recentemente na região noroeste de Paquistão permitiu-se decretar lei Sharia para acalmar terroristas.

As terríveis implicações da Lei Islâmica


No Oeste, o Canadá permitiu o julgamento familiar de Sharia de 1991 ate 2006, e a Grã Bretanha também permite a Sharia em uma escala limitada.


O direito das mulheres (ou a falta de)
Sob o sistema legal islâmico, as mulheres que não utilizarem o cocar em um ambiente público podem ser chicoteadas. Vítimas de estupro em determinadas circunstâncias, podem ser punidas, e adúlteras podem ser decapitadas.

Em seu livro, Darwish conta a história de uma mulher saudita, que foi estuprada por sete homens, mas que foi sentenciada pelo tribunal a flagelação, porque ela teria sido visto conversando com um homem que não era seu parente. Seus atacantes disseram que viram a violação como justificativa para estuprá-la e, o juiz concordou. Sob a lei islâmica, as mulheres não podem nem mesmo ter contato visual com homens que não são seus parentes.

As mulheres estão em desvantagem maior nos tribunais, porque o seu testemunho só conta como metade do valor de um homem.

Sharia é especialmente cruel quando se trata de casos de estupro. Para comprovar o estupro, o estuprador tem de confessar ou devem haver quatro testemunhas masculinas do estupro para depor a favor da vítima.

Darwish, uma ex-muçulmana que se tornou cristã após a vinda para a América, chama Sharia de "o sistema mais desumano, cruel e punitivo das leis praticado nos dias de hoje."

Leis Matrimoniais

Em seu livro, Darwish também escreve bastante arrespeito do contrato de casamento na sociedade muçulmana. Sob o Islã, um homem pode ter até quatro esposas. No contrato de casamento, há uma série de linhas com o título de mulher que um homem pode preencher com nomes diversos.

Mas a autora - que apareceu na CNN, MSNBC, Fox, Al-Arabiya, National Public Radio e na TV israelense - diz que "o privilegio sexual masculino mais chocante do Sharia é que eles estão autorizados a buscar satisfação sexual com crianças."

Não existe uma idade legal de casamento segundo a Sharia e uma menina pode ser dada em casamento tão jovem como com um ano de idade. Mas o casamento só pode ser legalmente consumado com uma menina quando ela atinge nove anos de idade.

Ayatollah Ruhollah Khomeini, o líder supremo do Irã, o grão-aiatolá xiita de 1979 a 1989, disse em um comunicado oficial, que aparece em seu livro, Tahrirolvasyleh:

"Um homem pode saciar seus desejos sexuais com uma criança tão jovem quanto um bebê. No entanto, ele não deve penetrar. Sodomizar o bebê é halal (permitido pela lei islâmica). Se o homem penetra e prejudica a criança, então ele deve ser responsável pela sua subsistência por toda a sua vida. Esta menina, no entanto, não conta como uma de suas quatro esposas permanentes ... É melhor que uma garota se case quando começa a menstruação, e na casa de seu marido ao invés de na casa de seu pai. Qualquer pai que se casar com sua filha tão jovem terá um lugar permanente no céu."

A QUEDA DO CAPITALISMO E ASCENSÃO DO ISLÃ

Um grupo de muçulmanos se reuniram em Chicago para protestar contra os males do capitalismo e promover a lei sharia. Manifestantes se reuniram para protestar contra o evento, chamado de "queda do capitalismo e ascensão do Islã", enquanto palestrantes do lado de dentro rejeitaram a própria Constituição que protege a liberdade de falar. Entretanto, o número de tribunais da sharia na Grã-Bretanha tem crescido, e nem todas as pessoas que usam esses tribunais são muçulmanos.



Hizb-ut Tahrir:
O grupo islâmico Hizb-ut Tahrir realizou um aconferência no salão de festas do Hilton em Ok Lawn, para culpar o capitalismo por grande parte do sofrimento na Terra, incluindo a Primeira e Segunda Guerra Mundial, a pobreza no mundo, a violência no Iraque e no Afeganistão, e o uso de drogas no interior da cidade.

HT não está na lista do governo dos EUA de grupos terroristas, e afirma ser dedicada à reforma não-violenta. As metas do grupo incluem a restauração do Califado da Turquia, que foi abolido em 1924, em favor das reformas ocidental. HT em última análise, quer ver a implementação mundial de lei sharia e controle do governo sobre as principais indústrias, a fim de curar os males econômicos e sociais das nações.

O orador principal, Abu Talha argumenta que os capitalistas são responsáveis ​​pela pobreza do mundo, a fome e a guerra. "É hora de entregar o mundo ao islamismo, uma idéia cujo tempo chegou", disse ele.

Sharia na Grã-Bretanha:
Tribunais da sharia já existem na Inglaterra. A Grã-Bretanha tem uma população muçulmana relativamente grande, e de acordo com a Lei de Arbitragem 1996, os tribunais islâmicos são juridicamente vinculativas com aqueles que se submetem voluntariamente à sua adjudicação.

Em Londres, a Sharia Islâmica do Conselho tem tomado decisões nos casos de divórcio a anos. O Tribunal Arbitral muçulmano (MAT) vem operando em Londres, Bradford, Birmingham, Manchester e Coventry para lidar com as divergências entre empresários e mesquitas. Cinco por cento daqueles que estão envolvidos em casos MAT não são muçulmanos, e observadores notam que há uma tendência gradual de aceitação da sharia na Grã-Bretanha.

A aceitação de crescimento lento da sharia é de grande preocupação para aqueles que amam a liberdade política e religiosa, para não mencionar os direitos das mulheres.

http://www.dakotavoice.com/2009/04/former-muslim-warns-west-about-threat-of-sharia-law/

Sugiro que aqueles que entendem inglês assistam a estas duas entrevistas com William J. Federer que fala a respeito do progresso do Islamismo nos dias de hoje. 
 
No Equality With Muslims from Gary Stearman on Vimeo.


2 Stages of Muslim Infiltration from Gary Stearman on Vimeo.



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