quarta-feira, 21 de julho de 2010

Aspartame é Genocídio

Vivemos numa sociedade onde as pessoas são alienadas e destruídas pelos mais diversos tipos de drogas, ilegais e "legalizadas". O Aspartame (adoçante sintético que infesta TODOS os produtos Diet ou Light, incluindo os "produtos naturais") é um veneno perigoso que nós ingerimos sem dar por isso.

O texto que transcrevo data de 1996. Desde então até hoje muitas vozes se têm levantado contra este genocídio mas, à semelhança do que acontece com as outras atrocidades impostas ao Mundo, também este meio de destuição do Mundo e da Humanidade continua a alastrar e a ser utilizado em todo o tipo de produtos para a alimentação.



Que sabor de VENENO você quer?

Aspartame: o veneno dos anos 90
TRADUÇÃO LIVRE por Beatriz Medina, Julho de 1996

O aspartame pode ser considerado a talidomida dos anos 90.
Com os nomes de NutraSweet, Finn, ZeroCal, Canderel e outras marcas comerciais, os adoçantes com aspartame são extremamente perigosos por estarem presentes em toda a parte: em alimentos dietéticos, supostamente saudáveis, e até mesmo em vitaminas para crianças; em remédios, pudins, gelatinas, rebuçados e adoçando o mais inocente cafezinho. É encontrado também na Diet Coke e em outros refrigerantes diet ou light.

O aspartame é uma neurotoxina, ou seja, uma droga que destrói o sistema nervoso e o cérebro. Esta molécula tem três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol. Já se comprovou que o ácido aspártico causa lesões cerebrais em experiências com animais.
A fenilalanina existente no aspartame é neurotóxica, quando isolada dos outros aminoácidos das proteínas. Facilita a ocorrência de ataques epilépticos e bloqueia a produção de serotonina, que é uma das substâncias existentes no cérebro para regular o sono. Níveis baixos de serotonina, além de insónia, provocam depressão, angústia, mau humor e até sintomas de paranóia.

Finalmente, o metanol — venenoso álcool de madeira que já cegou e matou milhares de pessoas — converte-se depois de ingerido em formaldeído e ácido fórmico (principal componente do veneno da picada das formigas). O formaldeído, neurotoxina mortal que fica armazenada no tecido adiposo, principalmente nos quadris e coxas, é usado para embalsamar cadáveres e é um violento cancerígeno.

Há 92 sintomas documentados de envenenamento por estes produtos, entre os quais encontramos:
1 - dores de cabeça
2 - ganho de peso
3 - alterações no nível de colesterol
4 - alterações na pressão sanguínea
5 - urticária
6 - dormência
7 - fadiga
8 - xeroftalmia (olhos secos)
9 - dificuldade de salivação
10 - irritabilidade
11 - ansiedade
12 - depressão
13 - visão borrada
14 - tonturas
15 - vertigens
16 - espasmos musculares
17 - ataques epilépticos
18 - taquicardia
19 - zumbido nos ouvidos
20 - perda de audição
21 - cegueira
22 - fala arrastada
23 - perda do paladar
24 - insônia.

Um dos efeitos mais sarcásticos do aspartame é o GANHO DE PESO. Pela sua acção sobre o cérebro, o aspartame faz com que a pessoa sinta mais desejo de comer carbo-hidratos — farinhas, açúcares, amido — e, assim, acaba engordando. Forma-se um círculo vicioso: a pessoa toma aspartame para emagrecer; mas passa a ingerir mais carbo-hidratos, e engorda; logo, ingere ainda mais alimentos com aspartame. A pessoa presa neste ciclo vicioso fica cada vez mais vulnerável aos efeitos letais da droga (aspartame) e mais dependente dela.

Se você usa aspartame e sente alguns do sintomas acima, você pode estar com o síndrome do aspartame.
Muitos médicos têm diagnosticado esclerose múltipla quando o que existe na realidade é intoxicação por metanol. Esclerose múltipla não mata, intoxicação por metanol sim.
Se não mata, engorda!

Algumas doenças provocadas pelo aspartame:
1 - tumores no cérebro e outros cânceres (seio, útero e pâncreas)
2 - esclerose múltipla
3 - epilepsia
4 - fibromialgia
5 - doença de Graves (disfunção grave da tiróide)
6 - síndrome da fadiga crónica
7 - doença de Epstein Barr
8 - doença de Parkinson
9 - doença de Alzheimer
10 - diabetes
11 - retardamento mental
12 - linfoma
13 - defeitos no feto
14 - lupus sistémico
15 - morte!

Na gravidez os efeitos do aspartame podem passar directamente para o feto, que é sensível a doses mínimas. O tecido fetal não tolera o metanol.
O médico americano Dr. James Bowen chama o aspartame de controle instantâneo da natalidade. A placenta pode concentrar a fenilalanina e provocar retardamento mental.

Testes com aspartame em animais produziram tumores cerebrais e mamários.

Não admira que o câncer ou cancro de mama e a epilepsia estejam crescendo nos Estados Unidos.

Muito grave também é o efeito devastador do aspartame sobre os diabéticos. O Dr. H. J. Roberts (especialista americano em aspartame e em diabetes), relatou, num artigo, 58 casos de reacções adversas ao aspartame em diabéticos.


ESTUDO DOS EFEITOS DO ASPARTAME
Em 1969, a Searle contratou o Dr. Harry Waisman para estudar os efeitos do aspartame em primatas. Sete bebés macacos receberam o produto no leite. Um morreu em 300 dias; cinco outros tiveram ataques epilépticos. A Searle eliminou estes resultados quando submeteu o estudo à Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano que estuda e aprova, para consumo humano, alimentos, aditivos e remédios.
Muitos dizem que o aspartame não pode fazer tanto mal, visto que foi aprovado pela FDA. Quanto a isso, é bom conhecer alguns dados. Vários estudos comprovam que 51% das drogas aprovadas pela FDA apresentam riscos sérios e podem causar reacções adversas que levam à invalidez ou até à morte.

Até 1996, a FDA recebeu mais de 10.000 queixas de consumidores contra o NutraSweet. Isso corresponde a 80% do total de queixas sobre aditivos alimentares, mas a FDA nada faz para alertar o público, que supõe que um produto tão anunciado como saudável deve ser seguro. Não seria a primeira vez que a FDA aprovou uma droga nociva.

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) observaram 80 pessoas que sofreram ataques cerebrais depois de comerem ou beberem produtos com aspartame. O Community Nutrition Institute declarou a respeito: "Estes 80 casos ajustam-se à definição da FDA de risco iminente para a saúde pública, que exige da própria FDA

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