sábado, 19 de junho de 2010

Vazamento de Petróleo da BP, um ataque de Falsa Bandeira

Sábado, 12 de Junho 2010
 
No momento em que os noticiários divulgam que o vazamento deve ser pelo menos duas vezes maiores do que o que se pensava, começam a surgir informações que apontam que o vazamento talvez seria esperado, ou até mesmo pior, premeditado! Pontos principais:

- Vendas de ações da BP em enorme quantidade dias e semanas de antes do vazamento

- Aquisição de empresa de limpeza de petróleo pela Halliburton dias antes da explosão

- Relatório cita BP em situação irregular com a adulteração de equipamentos de selagem poços de petróleo

- Governo usa desastre para alavancar taxa de carbono, e começa a discutir nacionalização de extração de petróleo

 
Veja os detalhes abaixo:

Fatos inquietantes em torno da explosão da plataforma Deepwater Horizon em 20 de abril sugere que o incidente pode ter sido fabricado.

Em 12 de abril, pouco mais de uma semana antes da plataforma Deepwater Horizon explodir, a Halliburton, a segunda maior empresa do mundo no campo petrolífero de serviços, surpreendeu muitos adquirindo a Boots & Coots, uma empresa relativamente pequena, mas muito experiente no controle de poços de petróleo.

A empresa lida com incêndios e explosões em plataformas e poços de petróleo. Ela foi responsável por extinguir cerca de um terço do dos mais de 700 incêndios propositais em poços de petróleo no Kuwait, deixados por soldados iraquianos em retirada durante a Guerra do Golfo.

O negócio em si ainda está sob exame minucioso com a Boots and Coots enfrentando uma investigação sobre "eventuais violações do dever fiduciário e outras violações da lei estadual".

Onde esta informação se torna realmente interessante é em relação ao fato de que a Halliburton é acusada em grande parte de 20 processos arquivados desde a explosão da plataforma, impetrados por moradores da costa do golfo e empresas que afirmam que a Halliburton é a culpada pelo desastre.

A Halliburton foi forçada a admitir, em depoimento em uma audiência no Congresso no mês passado, que realizou uma operação de cimentação 20 horas antes da plataforma no Golfo do México arder em chamas. As ações alegam que quatro funcionários da Halliburton estacionados na plataforma fecharam indevidamente o poço de petróleo.

Como o jornal New York Times em 26 de maio noticiou, "os funcionários BP escolheram, em parte por razões financeiras, um tipo de invólucro para o poço petrolífero que a empresa tinha conhecimento que seria mais arriscado do que outras duas opções"

Trabalhadores da plataforma e os funcionários da empresa disseram que horas antes da explosão gases estavam vazando através do cimento, que havia sido fixado no local pelo contratante de serviços de petróleo, Halliburton. Investigadores disseram que estes vazamentos provavelmente foram a causa da explosão. "

De acordo com um estudo de 2007 da Minerals Management Service, cimento foi um fator em 18 de 39 rupturas em plataforma no Golfo, entre 1992 e 2006.

Outra conexão intrigante que a Boots e Coots tem com a explosão do Horizon Deepwater vem através de Pat Campbell, o homem que a BP contratou para tampar o poço abaixo da plataforma em ruínas. Campbell trabalhou para Boots e Coots como gerente geral por muitos anos.

A BP admitiu a compra de palavras-chaves no Yahoo e no Google em uma tentativa de controlar a informação disponível ao público na sequência da catástrofe. Parece que a empresa está tomando toda a má publicidade pelo derrame de petróleo enquanto a ligação com a Halliburton está sendo totalmente ignorado.

O resumo preparado para o testemunho da BP, que já vazou na internet, mostra de forma intrigante que o sistema de controle hidráulico no equipamento projetado para automaticamente selar o poço em caso de emergência foi alterado sem o seu conhecimento em algum momento antes da explosão.

"A extensão dessas alterações é desconhecida neste momento", afirma o relatório na página 37.

Possível conhecimento prévio da explosão Possível é também evidente através do enorme despejo de participações e ações na BP semanas e dias antes do incidente.

A Goldman Sachs vendeu 44% das suas ações na BP Oil durante o primeiro trimestre - ações que, posteriormente, perderam 36 por cento do seu valor, o que equivale a 96 milhões de dólares (174 milhões de reais).

Outras empresas de gestão de ativos também venderam grandes blocos de ações da BP no primeiro trimestre. Embora as quantidades sejam insignificantes em comparação com a Goldman Sachs, Wachovia, propriedade da Wells Fargo , vendeu 98% das suas ações na BP e o banco suíço UBS vendeu 97% das suas quotas da BP.
Além disso, conforme relatado pelo Telegraph de Londres em 05 de junho, Tony Hayward, executivo-chefe da BP, vendeu £ 1.4 milhões de suas ações da gigante de combustível nas últimas semanas antes do derrame.

Nos dias que antecederam a explosão da plataforma Deepwater, Obama anunciou um novo esforço para a exploração e locação de novos locais de perfuração em águas profundas no Golfo e no Alasca. Na sequência da catástrofe, estes planos foram cancelados e a BP está sendo duramente criticada publicamente.

Tudo tem sido aproveitado pelo governo Obama para revitalizar as discussoes de um imposto sobre o carbono e criou a oportunidade de reintroduzir a idéia de nacionalizar o petróleo, o que a liderança democrata procurado a muito tempo.

A história completa do que está acontecendo no Golfo do México ainda está para surgir, e há boatos de outros derrames de mais petróleo e encobrimento da real extensão do problema. O local representa uma fonte de 2.2 trilhões de dólares em riqueza e poder, um motivo juntamente com uma infinidade de atividades suspeitas que precisam ser investigadas.



 

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