quarta-feira, 30 de junho de 2010

Rastros Químicos

Você já deve ter percebido aqueles aviões que passam todos os dias sob os céus, de fato, eles deixam algumas trilhas, mas não pense que está relacionado à alguma apresentação da Aeronáutica. Essas trilhas deixam coisas que descem até o chão, e nos causam doenças, este é o motivo pelo qual são jogados todos os dias e por longas distâncias.

O padrão de lançamento das Chemtrails segue por grandes áreas urbanas, e são marcadas como um X, perceba isto quando notar novamente a presença destas aeronaves que deixam estas belas imagens nos céus, pena que são para redução populacional.

Aviões de grande porte, de segmento comercial porém com um fator extra estranho, estas aeronaves são equipadas com dispositivos altamente avançados de transporte, armazenamento, fusão bioquímica e termoelétrica, e de descarregamento em pleno voo de substâncias químicas letais que são espalhadas



por quilômetros de distância bem em cima de nossas cabeças, sob as maiores cidades do planeta. Trata-se de um plano de redução populacional muito bem organizado, assim como a gripe suína, as Chemtrails (ou Trilhas Químicas)

são jogadas por quilômetros em rotas predefinidas nos relatórios de plano de voo, que são estabelecidos pelas instituições militares, sempre a seguir as ordens das instituições governamentais e dos cartéis internacionais de banqueiros que compõem a Reserva Federal.

Segundo a primeira hipótese, as Chemtrails deixam doenças, vírus diversos, pneumonia (pneumococos), anthrax e partículas tóxicas de subpotência ativa em chumbo e mercúrio. As trilhas são deixadas por aviões, pela exaustão da água do motor. São vistas em alta altitude, quando são soltas muito finas e se dissipam quase que na hora.

Quando esses rastos químicos vão alastrando no céu, devido ao vento e a perder altitude, por vezes formam largas “nuvens cirrus” falsas.
Dizem falsas, porque as nuvens cirrus verdadeiras só se formam acima dos 20 mil pés de altitude, consistem em cristais de gelo, precedem uma tempestade.As nuvens causadas por chemtrails estão muito mais baixas.


O Maior Escândalo da Ciência Moderna

Convencer o mundo de que o aquecimento global é provocado pelo homem é o trunfo para o controle total das massas. Esse escândalo aconteceu no fim do ano passado, mas como foi "abafado" pela mídia, muitos ficaram sem saber...

Caiu a Verdadeira Máscara do Aquecimento Global Antropogénico

Monday, 23 November 2009

ATENÇÃO ATENÇÃO ATENÇÃO!!!!  Vem à tona o escândalo que vai abalar as estruturas do aquecimento global.

Há alguns dias atrás, uma enorme quantidade de e-mails e documentos foram hackeados da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia (Reino Unido), que fazem parte de da comunicação entre influentes cientistas pró-aquecimento global na qual mostram claramente a manipulação de dados, conspiração para falsificação de dados em face do declínio de temperaturas globais para suportar a premissa de que fatores causados pelo homem elevaram a temperatura do planeta.

Outros e-mails mostram como estes cientistas embarcaram em uma campanha coordenada e venenosa para desacreditar céticos do clima e usar sua influencia para evitar que relatórios dissidentes aparecessem em jornais peer-reviewed, tão bem como coleguismo para evitar aderência a pedidos de Liberdade de Informação.

Até agora a universidade nem os cientistas tentar questionar a autenticidade dos documentos e emails em questão.

A imprensa de massa sai correndo para tentar conter os danos, mudando a história para dizer que os emails são evidencia do "rancor" contra a comunidade do clima e focando em emails menos importantes ao mesmo tempo que ignorando a real significancia do que foi revelado. Alguns outros meios de comunicacao de massa focaram no fato de os emails terem sido hackeados, como foi o caso da BBC.

Um dos e-mails sob escrutínio, escrito por Phil Jones, o diretor do centro, em 1999, diz (traduzido): "Eu acabei de completar o truque na Nature (jornal científico) ao aumentar as temperaturas reais a cada série para os últimos 20 anos (ex: de 1981 até hoje) e de 1961 para keith para esconder o declínio da temperatura", reportou o jornal London Telegraph.

Andrew Bolt, do heraldsun da Austrália diz que este pode ser "o maior escândalo da ciência moderna" e que estes cientistas estariam envolvidos em: "Conspiração, conluio em exagerar dados do aquecimento global, destruição possivelmente ilegal de informações embaraçosas, a resistência organizada à divulgação, manipulação de dados, as admissões privada de falhas em seus trabalhos públicos e muito mais."

...E, talvez mais repreensivelmente, uma longa série de comunicações discutindo a melhor forma de expulsar cientistas dissidentes fora do processo de revisão por pares (peer-review). Como, em outras palavras, criar um ambiente científico em que qualquer um que discorde AGW poderia ser expelido como um doente, cujas opiniões não têm um pedaço de autoridade.

"Este foi o perigo de sempre criticar os céticos por não publicar em literatura "peer-reviewed". Obviamente, eles encontraram uma solução para isso, ter mais de um jornal para eles! Então o que vamos fazer sobre isso? Acho que temos de deixar de considerar o "Pesquisa de Clima", como um legítimo jornal peer-reviewed. Talvez nós devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de pesquisa de clima a não submeter, ou citar trabalhos nesta revista. Nós também precisamos considerar o que dizemos ou solicitamos aos nossos colegas mais razoável que atualmente fazem parte do conselho editorial ... O que voces acham? "

"Eu estarei escrevendo a esta revista para dizer-lhes que eu nao terei mais nada a ver com ela até que se livrem deste incômodo editor." É o resultado da revista com vários editores. O responsável por isso é um bem conhecido cético na Nova Zelandia. Ele deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray no passado. Eu tive algumas palavras com Hans von Storch sobre isso, mas não obtive nada. Outra coisa para discutir em Nice!


Entao meus caros, a máscara caiu. Se precisávamos de um milagre para parar o tratado de Copenhague e seu governo global, aí está!


Abaixo mensagem de emergencia de Alex Jones sobre o episódio:






Fontes:
Telegraph: University of East Anglia emails: the most contentious quotes
Telegraph: Climategate: the final nail in the coffin of 'Anthropogenic Global Warming'?
Wall Street Journal: Climate Emails Stoke Debate

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Golfo do México: o que os Illuminati não querem divulgar

Enquanto o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à público para dizer que a BP terá de pagar por todo o dano causado pelo vazamento de petróleo, além de assumir o compromisso de reconstruir as regiões afetadas, alguns cientistas estão se pronunciando em um tom completamente destoante do governo americano.
Ainda que os autores do artigo não tenham se identificado, uma vez que as agências americanas e a BP, corporação Illuminati, estão fazendo toda a pressão possível para que somente dados manipulados tornem-se públicos, vale muito à pena conhecer o ponto de vista apresentado pelo Dr. James P. Wickstrom, que, além de ser bastante coerente (para  minha interpretação de leigo no assunto), apresenta um panorama totalmente novo – e infelizmente, bem mais aterrador – para o que já é o maior desastre causado pelo homem em toda nossa história conhecida.
Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:
O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está aborsorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.
À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.
A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.
Coloco abaixo um vídeo da NASA, mostrando o avanço do vazamento. Vale lembrar que o vídeo cobre apenas o período de 20 de abril, data da explosão da Deepwater Horizon, até 24 de maio de 2010. De lá para cá, a sopa tóxica já se espalhou ainda mais:



O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.
Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:
Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.
O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.
Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.
Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.
De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.
Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.

Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Info sobre o Dr. Wickstrom aqui.

Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Periculosidade do Inexistente

"Vamos imprimir ora verdades, ora mentiras". -Protocólos de Sião
Olavo de Carvalho

14 de junho de 2010

Sob o comando da organização marxista ironicamente denominada Free Press, e fortemente nutrido com subsídios de George Soros, o recém-fundado site www.StopBigMedia.com professa destruir as grandes empresas de jornalismo e substituí-las por uma "mídia democrática" governamental baseada na "diversidade" e empenhada em "dar voz às minorias".

Já ouvimos ameaça semelhante no Brasil, com a diferença de que veio diretamente do governo. Nos EUA é preciso agir com mais cautela: a Free Press não é uma agência oficial, apenas tem boas amizades nos altos círculos do governo Obama.

A pergunta que os observadores atentos farão à primeira vista é: Por que haveria o presidente americano de querer a extinção das instituições que o colocaram no poder, que defendem de unhas e dentes cada uma das suas políticas e que atacam com ferocidade inaudita quem quer que ouse investigar a sua vida pregressa e as suas inumeráveis alianças comprometedoras?

Mutatis mutandis, por que teria a esquerda brasileira desejado demolir os templos onde seus próprios ídolos são cultuados com tanta devoção e onde seus inimigos são queimados vivos em emocionantes autos-da-fé montados contra "a extrema direita", "o fundamentalismo religioso", "o fascismo", "o racismo" e não sei mais quantas criaturas do demo, entre as quais este humilde colunista?

A resposta é simples: seguir ao mesmo tempo duas ou mais linhas de ação contraditórias, confundindo a platéia e premoldando todas as opiniões em disputa nos debates públicos, é, pelo menos desde a Revolução Francesa, um dos preceitos estratégicos fundamentais e incontornáveis da esquerda mundial. Os salões elegantes do século XVIII eram ao mesmo tempo o viveiro onde as idéias revolucionárias germinavam entre o beautiful people e o exemplo de vida opulenta e fútil das classes dominantes, apontado às massas pelos agitadores de rua como prova da urgente necessidade de um morticínio redentor.

Com a mídia, e não é de hoje, acontece a mesma coisa: é preciso ao mesmo tempo dominá-la desde dentro, fazendo dela um instrumento pretensamente neutro e insuspeito para dar apoio a causas esquerdistas selecionadas nos momentos decisivos, e denunciá-la desde fora como "arma ideológica da classe dominante".

Diante desse espetáculo, queda inerme e atônita a mente linear e rotineira do cidadão comum, que só entende a luta política como confronto explícito de ideologias prontas - ou, o que é ainda pior, imagina que os movimentos ideológicos desapareceram do cenário histórico tão logo os perfis deles se confundem um pouco ante o seu olhar turvo e rombudo de boi no pasto.

Por meio desse artifício, é possível operar de maneira brutalmente rápida, eficaz e quase imperceptível um giro completo no leque das opções políticas, levando precisamente àquele estado de coisas que temos hoje no Brasil: a parte mais branda da esquerda torna-se a única direita possível e, enquanto disputa cargos amigavelmente com os velhos companheiros de ideologia aos quais prestou esse gentil serviço, está madura para ser denunciada por eles mesmos como conservadora, reacionária e ultradireitista, amargando em silêncio a queixa de ingratidão que, se expressa em voz alta, denunciaria o esquema todo.

A ambigüidade premeditada da situação traduz-se em declarações dúbias e paradoxais que proclamam ao mesmo tempo a inexistência e a periculosidade do inimigo: de um lado, o sr. Presidente da República celebra a completa exclusão de candidatos de direita no próximo pleito; de outro, seu partido promete fazer das tripas coração para esmagar a direita nas urnas.

sábado, 19 de junho de 2010

Vazamento de Petróleo da BP, um ataque de Falsa Bandeira

Sábado, 12 de Junho 2010
 
No momento em que os noticiários divulgam que o vazamento deve ser pelo menos duas vezes maiores do que o que se pensava, começam a surgir informações que apontam que o vazamento talvez seria esperado, ou até mesmo pior, premeditado! Pontos principais:

- Vendas de ações da BP em enorme quantidade dias e semanas de antes do vazamento

- Aquisição de empresa de limpeza de petróleo pela Halliburton dias antes da explosão

- Relatório cita BP em situação irregular com a adulteração de equipamentos de selagem poços de petróleo

- Governo usa desastre para alavancar taxa de carbono, e começa a discutir nacionalização de extração de petróleo

 
Veja os detalhes abaixo:

Fatos inquietantes em torno da explosão da plataforma Deepwater Horizon em 20 de abril sugere que o incidente pode ter sido fabricado.

Em 12 de abril, pouco mais de uma semana antes da plataforma Deepwater Horizon explodir, a Halliburton, a segunda maior empresa do mundo no campo petrolífero de serviços, surpreendeu muitos adquirindo a Boots & Coots, uma empresa relativamente pequena, mas muito experiente no controle de poços de petróleo.

A empresa lida com incêndios e explosões em plataformas e poços de petróleo. Ela foi responsável por extinguir cerca de um terço do dos mais de 700 incêndios propositais em poços de petróleo no Kuwait, deixados por soldados iraquianos em retirada durante a Guerra do Golfo.

O negócio em si ainda está sob exame minucioso com a Boots and Coots enfrentando uma investigação sobre "eventuais violações do dever fiduciário e outras violações da lei estadual".

Onde esta informação se torna realmente interessante é em relação ao fato de que a Halliburton é acusada em grande parte de 20 processos arquivados desde a explosão da plataforma, impetrados por moradores da costa do golfo e empresas que afirmam que a Halliburton é a culpada pelo desastre.

A Halliburton foi forçada a admitir, em depoimento em uma audiência no Congresso no mês passado, que realizou uma operação de cimentação 20 horas antes da plataforma no Golfo do México arder em chamas. As ações alegam que quatro funcionários da Halliburton estacionados na plataforma fecharam indevidamente o poço de petróleo.

Como o jornal New York Times em 26 de maio noticiou, "os funcionários BP escolheram, em parte por razões financeiras, um tipo de invólucro para o poço petrolífero que a empresa tinha conhecimento que seria mais arriscado do que outras duas opções"

Trabalhadores da plataforma e os funcionários da empresa disseram que horas antes da explosão gases estavam vazando através do cimento, que havia sido fixado no local pelo contratante de serviços de petróleo, Halliburton. Investigadores disseram que estes vazamentos provavelmente foram a causa da explosão. "

De acordo com um estudo de 2007 da Minerals Management Service, cimento foi um fator em 18 de 39 rupturas em plataforma no Golfo, entre 1992 e 2006.

Outra conexão intrigante que a Boots e Coots tem com a explosão do Horizon Deepwater vem através de Pat Campbell, o homem que a BP contratou para tampar o poço abaixo da plataforma em ruínas. Campbell trabalhou para Boots e Coots como gerente geral por muitos anos.

A BP admitiu a compra de palavras-chaves no Yahoo e no Google em uma tentativa de controlar a informação disponível ao público na sequência da catástrofe. Parece que a empresa está tomando toda a má publicidade pelo derrame de petróleo enquanto a ligação com a Halliburton está sendo totalmente ignorado.

O resumo preparado para o testemunho da BP, que já vazou na internet, mostra de forma intrigante que o sistema de controle hidráulico no equipamento projetado para automaticamente selar o poço em caso de emergência foi alterado sem o seu conhecimento em algum momento antes da explosão.

"A extensão dessas alterações é desconhecida neste momento", afirma o relatório na página 37.

Possível conhecimento prévio da explosão Possível é também evidente através do enorme despejo de participações e ações na BP semanas e dias antes do incidente.

A Goldman Sachs vendeu 44% das suas ações na BP Oil durante o primeiro trimestre - ações que, posteriormente, perderam 36 por cento do seu valor, o que equivale a 96 milhões de dólares (174 milhões de reais).

Outras empresas de gestão de ativos também venderam grandes blocos de ações da BP no primeiro trimestre. Embora as quantidades sejam insignificantes em comparação com a Goldman Sachs, Wachovia, propriedade da Wells Fargo , vendeu 98% das suas ações na BP e o banco suíço UBS vendeu 97% das suas quotas da BP.
Além disso, conforme relatado pelo Telegraph de Londres em 05 de junho, Tony Hayward, executivo-chefe da BP, vendeu £ 1.4 milhões de suas ações da gigante de combustível nas últimas semanas antes do derrame.

Nos dias que antecederam a explosão da plataforma Deepwater, Obama anunciou um novo esforço para a exploração e locação de novos locais de perfuração em águas profundas no Golfo e no Alasca. Na sequência da catástrofe, estes planos foram cancelados e a BP está sendo duramente criticada publicamente.

Tudo tem sido aproveitado pelo governo Obama para revitalizar as discussoes de um imposto sobre o carbono e criou a oportunidade de reintroduzir a idéia de nacionalizar o petróleo, o que a liderança democrata procurado a muito tempo.

A história completa do que está acontecendo no Golfo do México ainda está para surgir, e há boatos de outros derrames de mais petróleo e encobrimento da real extensão do problema. O local representa uma fonte de 2.2 trilhões de dólares em riqueza e poder, um motivo juntamente com uma infinidade de atividades suspeitas que precisam ser investigadas.



 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Oposição ao Holocausto Químico da Medicina Moderna

“Temos que questionar os dogmas, questionar as ideologias, questionar as autoridades externas. Somente questionando o que todos aceitam como certo, o que todos acham que é verdade, é que conseguimos despertar da hipnose do condicionamento social.”



IMVA - Por uma Medicina Mais Humana

Meu nome é Mark Sircus e eu sou diretor da Associação Internacional Medical Veritas (International Medical Veritas Association - IMVA), fundada por um grupo de especialistas da área médica, que tem por objetivo corrigir as graves atrocidades que ocorrem atualmente na medicina moderna. Convidamos você a visitar o nosso website (no momento apenas em inglês) em http://www.imva.info e conhecer o nosso quadro de cientistas.

Agora, é hora de lançar o IMVA no Brasil. Nós estamos procurando cidadãos responsáveis e profissionais de todas as áreas, bem como a cooperação da mídia e do governo, para criar uma filial brasileira e dar início a este importante trabalho aqui no Brasil. Nossa missão é confrontar o maior engodo e o maior desastre médico da história da humanidade, que tem sua fonte no Centro para Controle de Doenças (Center for Disease Control - CDC) e na Administração de Drogas e Alimentos (Food and Drug Administration - FDA), instituições do governo americano que ditam as regras da medicina em todo o mundo. Nós temos documentos conclusivos, em inglês (precisamos de tradutores), que estarão à disposição de todos que solicitarem.

Um dos problemas confrontados pelo IMVA é a utilização do Timerosal, um derivado do mercúrio, como adjuvante e preservativo nas vacinas. A grande epidemia de autismo nos Estados Unidos na última década está agora sendo relacionada às vacinas contendo Timerosal, cujo peso é cinqüenta por cento de mercúrio. Devido à pressão popular, a maioria das agências de saúde do primeiro mundo já está tirando o Timerosal das vacinas, mas ao que nós sabemos, ninguém aqui no Brasil está dizendo uma palavra sobre isso. O mercúrio é um dos elementos químicos mais tóxicos conhecidos pelo homem, e está sendo injetado em cada bebê brasileiro (assim como uma longa lista de outros componentes tóxicos) em seu primeiro dia de vida e nas visitas subseqüentes ao pediatra. Há numerosos casos em que vacinas de fato mataram crianças ao invés de protegê-las, e o governo dos Estados Unidos já pagou mais de um bilhão de dólares em indenizações para pais que perderam suas crianças desta forma. A OMS e outros órgãos oficiais simplesmente dizem que é economicamente impraticável mudar as vacinas no terceiro mundo - condenando milhões de crianças, arriscando suas vidas e saúde e causando desespero e tormento para seus pais.

 

O International Medical Veritas Association (IMVA), uma entidade sem fins lucrativos, foi formalmente inaugurado em 30 de maio de 2004. Tem sua sede na Califórnia, nos Estados Unidos, e já conta com liasons em outros países como Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Canadá e agora Brasil. Seu propósito maior é investigar e confrontar procedimentos médicos e farmacêuticos que estejam sendo influenciados por conflitos de interesses.

O IMVA assume uma postura firme em oposição a diversos protocolos de saúde que têm se mostrado deletérios ao bem estar da população. Por exemplo, um de seus compromissos é apresentar pesquisas, dados e conclusões que irão desafiar as recentes posições do Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM) e do Centro Para o Controle de Doenças (CDC) em aspectos importantes do programa de imunização infantil.

Existem sérios erros na política que permite: injetar crianças com 11 vírus administrados por 5 diferentes inoculações em uma única visita ao pediatra; o uso do mercúrio como um preservativo nas vacinas; a administração da vacina contra hepatite B para recém-nascidos; a aprovação da vacina contra a gripe a ser dada anualmente para todas as crianças americanas à partir dos seis meses de idade. Esses procedimentos são na realidade experimentos em larga escala, conduzidos às custas de nossas crianças, e que estão levando a sérias conseqüências. Tais conseqüências incluem um aumento de 700% na incidência do autismo nos últimos 10 anos, aumentos nas taxas de ocorrência infantil de câncer e doenças crônicas como asma e diabetes.

Se são prejudiciais à saúde das crianças, por que esses programas foram autorizados? Em uma palavra: ganância. Dra. Kate Scannell recentemente testemunhou: "De acordo com documentos oficiais obtidos e revistos pelo jornal New York Times, a associação americana de companhias farmacêuticas PhRMA (Pharmaceutical Research and Manufacturers of America) pretende investir 150 milhões de dólares este ano no intuito de influenciar aqueles que fazem as políticas de saúde, nos EUA e em outros países. O Times reporta que o orçamento da PhRMA para tal lobby durante o ano fiscal, que começou em 1o de Julho, representa um aumento de 23% em relação ao ano passado. O plano inclui a alocação de 72,7 milhões de dólares para o lobby no nível federal, 49,7 milhões para o lobby no nível estadual e 4,9 milhões de dólares para lobby no FDA."

A medicina nunca será segura enquanto a incursão de poderosas companhias farmacêuticas nos processos decisórios da medicina for tolerada, pois o interesse no lucro interfere com as decisões médicas. O IMVA reconhece que desastres médicos estão sendo perpetrados pela indústria farmacêutica. Raramente vemos uma semana passar sem que haja notícias da influência corrupta dessas companhias na comunidade médica.

Ao invés de servir aos interesses daqueles que nela confiam a sua saúde, a instituição médica tem se tornado um disseminador de mortes legalmente sancionado. Dra. Barbara Starfield estima que há aproximadamente 250.000 mortes evitáveis ocorrendo nas mãos de médicos a cada ano, enquanto Dr. Gary Null e seus colegas estimam que este número é muito mais alto - 786.000 nos Estados Unidos apenas. Esses números foram publicados em jornais científicos de reputação, mas eles não contam a tragédia dos bebês encontrados mortos em seus berços, ou de outros cujos pais foram acusados de suas mortes - eventos que, sob uma inspeção mais cuidadosa, provaram ter sido causados por vacinas. Essas estimativas também não refletem a abominável situação onde as vacinas estão sendo forçadas a crianças prematuras, doentes ou mal nutridas, que já apresentam o sistema imunológico comprometido.

O IMVA opõe-se também à devoção dogmática a paradigmas reducionistas que enfatizam procedimentos cirúrgicos caros e perigosos, cujos prognósticos de benefícios, se houverem, são mínimos. Com 8,9 milhões de hospitalizações desnecessárias e 7,5 milhões de procedimentos médicos desnecessários por ano, muitos indivíduos correm o risco de conseqüências fatais - e muitos, de fato, sofrem esta conseqüência. Uma preocupação particular do IMVA é a taxa de cesarianas extremamente alta nos Estados Unidos e em outros países. O IMVA apóia o nascimento natural e a minimização das intervenções e do uso de drogas durante e logo após o parto.

As organizações nacionais e internacionais de saúde (como IOM, CDC, FDA, OMS, UNICEF entre outras) são relutantes em tornar público os efeitos deletérios das vacinas e outras intervenções médicas. Isso iria diminuir a confiança do público, diminuindo desta forma as taxas de vacinação e outros procedimentos - e, conseqüentemente, dos lucros. Tais organizações perderam sua objetividade e dedicação ao bem estar da humanidade, preferindo proteger os interesses das companhias farmacêuticas que as inundam com dinheiro. A relação incestuosa entre essas instituições e a indústria farmacêutica é bem documentada.

Tragédias são evidentes em muitas outras áreas, incluindo o dano causado por aditivos e preservativos nos alimentos, pesticidas, utilização do flúor na água de consumo, tratamentos agressivos contra câncer e AIDS, medicações anti-depressivas e outras drogas pesadas que apresentam quando muito, um benefício minoritário.

O IMVA se opõe ao holocausto químico que as indústrias farmacêuticas estão impondo à humanidade, e propõe um novo paradigma de cuidados com a saúde, que apresente soluções para os problemas acima mencionados. Apoiamos todas as técnicas de cuidados com a saúde que promovam o bem estar e o fortalecimento do organismo humano ao invés de ciclos contínuos de doenças e tratamentos.

O IMVA continuará a se expandir em seu papel, como uma fonte verdadeiramente independente de informações confiáveis sobre a saúde, tanto para pessoas leigas como para profissionais. Somente através de uma população informada nós podemos ter esperança de melhorar a qualidade dos tratamentos médicos e preservar a saúde das futuras gerações.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Estudantes Entram em Transe na Escola

Por Antônio Carlos Alves
 
Um fenômeno paranormal está afetando estudantes, a maioria meninas, da Escola de Ensino Fundamental Eduardo Barbosa no Distrito de Cachoeira BR, no Município de Itatira, cidade localizada no Sertão Central a 220 quilômetros de Fortaleza. O caso está deixando as autoridades do Município sem uma explicação.
De acordo com depoimentos das vítimas os sintomas são: dores musculares, de cabeça, sufoco no sistema respiratório, no peito, palidez, calafrio, dificuldades para caminhar, náusea, paralisia muscular, aumento nos batimentos do coração, pressão alta, desmaio, inquietação e medo de morrer. O fato está deixando o secretário de Educação de Itatira, Antônio Inácio, preocupado, pois as vítimas, segundo ele, ficam em transe, agressivas e com perda de identidade. Os jovens, entre 11 e 16 anos, depois que voltam ao normal, não conseguem lembrar nada.

Os familiares, professores e amigos das estudantes, quando estão presentes no momento do fenômeno, ficam apavorados, correm de um lado para outro e precisam agir com rapidez para carregá-las nos braços e levá-las aos hospitais mais próximo em Canindé, Lagoa do Mato e Madalena. A ocorrência começou no último dia 2 e se estendeu por toda a semana. Já atingiu 32 alunas e um estudante. Após o momento de transe, as meninas se recuperam e voltam a conversar normalmente, como se nada tivesse acontecido.
Para os pais, como não há um diagnóstico para o que está acontecendo, o jeito é acreditar em Deus.

Para a auxiliar de serviço da instituição educacional onde se presencia o fato, Francisca Zeneide da Silva, todas as crianças que são dominadas pelo fenômeno agem da mesma forma e, ao retomarem os sentidos, não lembram nada. "Quando acontece com uma, todas ficam em pânico", conta ela. A diretora da Escola Nazaré Guerra, Eliane Dias, situada em Lagoa do Mato, que tem um anexo funcionando na Escola Eduardo Barbosa, local onde estão ocorrendo os fatos paranormais, não esconde o medo de tudo isso e já pensa em buscar solução junto ao Estado e até mesmo um parapsicólogo. "Vamos nos reunir com as autoridades do Município para buscarmos uma solução. Está todo mundo apavorado, nunca tinha presenciado nada igual ao que vi na última sexta-feira, dia 4", disse. Ela autorizou a suspensão das aulas até que seja esclarecido o ocorrido.

Missa
Para tentar conter o avanço do fenômeno, o padre Guilherme Afonso de Andrade Pessoa foi convidado a celebrar uma missa na própria escola. No momento de oração, o que se viu foi à repetição da cena por diversas vezes. Em uma determinada ocasião, uma aluna, Graziele da Silva, entrou em transe e mudou totalmente a voz. Houve uma grande correria. Essa é a reação que ocorre para quem presencia a cena. A adolescente dizia que estava com medo e pedia para não deixá-la morrer e chorava muito.

O padre disse que a Igreja é muito prudente em tudo. "É preciso aprofundar bem as coisas, para não dizer palavras sem anexo. A Igreja só emite opinião depois de um estudo aprofundado", disse. O pastor evangélico, José Carlos, de Lagoa do Mato, distrito mais próximo do local dos acontecimentos, acredita que pode ser uma força espiritual que está agindo dentro da escola, já que da unidade educacional, três jovens morreram em acidentes. "Talvez eles estejam vagando precisando de reza".

Estudantes relatam angústia e medo
Para quem sofre na pele o fenômeno, conta que são momentos angustiantes. De acordo com a estudante Andréia Alves Marcolino, de 16 anos, a "perseguição deste fenômeno é de exato um mês. É tudo muito rápido, começa com um calafrio, depois as mãos ficam trêmulas, os batimentos do coração ficam acelerados, dá sede, um sufocamento toma conta do tórax, as pernas não seguram o corpo e aos poucos vem o desmaio. Quando volto ao normal, não dá para relembrar de nada", relata.

Um dos garotos que vivenciou o problema, Marlei Alves Marcolino, de 14 anos, diz que os acontecimentos acontecem em série. "Quando tudo começa dá uma dor no peito, um arrepio, uma agitação que dá vontade de correr, gritar e pedir para não morrer. A gente desmaia, perde o sentido e o que é pior fica com a voz conturbada. No dia que aconteceu comigo, a professora disse que mais seis alunas sofreram o mesmo ataque", conta.

Outra estudante que se emociona e chega a chorar ao descrever a situação é Francisca Diana Lôbo Loiola, de 18 anos. "De imediato dá um nervosismo. Fiquei tonta, bateu um suor frio, a voz fica enrolada e grossa e a força que penetra na mente pede que reze missa e faça orações porque ele não vai ficar satisfeito enquanto não realizar a sua missão. É uma adrenalina muito forte. Estou com muito medo de voltar à sala de aula".

"Pois eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos;"  Isa.60:2

terça-feira, 8 de junho de 2010

Google, violando a política de privacidade

07/06 - 21:53hs

Recentemente o Google tem estado bem ocupado com todo tipo de acusações sobre suas condutas no tocante à política de privacidade. O último grande episódio nesta novela de acusações veio de países europeus onde o Google teria coletado e mapeado dados de todas as redes wi-fi no caminho dos seus carros do serviço Street View.

Eric Schmidt, executivo chefe do Google, está em negociações ativas com estes países -- que incluem Alemanha, França e Espanha -- e, segundo o Financial Times, já teria dito que a empresa está pronta para devolver os dados coletados indevidamente.

Eric também aproveitou para pedir desculpas pelo que admitiu claramente ser uma "pisada na bola". "Ser honesto com os seus erros é a melhor maneira de evitar que eles aconteçam novamente", disse ele.

Segundo o executivo, o Google conduzirá uma revisão em todas as suas práticas de privacidade e em todos os códigos da empresa cujo objetivo seja a coleta de dados. O engenheiro de software responsável pelo código diretamente encarregado da coleta de dados indevida também será investigado, e os resultados serão apresentados no próximo mês.

terça-feira, 1 de junho de 2010

UNICEF, aborto, controle populacional e vacinas

Uma ampla analise de um dos últimos casos da vacinação em massa no Brasil. O caso é mais antigo, mas dá um ÓTIMO INSIGHT da verdadeira motivação por trás das campanhas de vacinação.

O que está por trás da campanha "Brasil Livre da Rubéola"?

Por causa de somente 17 casos de rubéola em bebês em gestação por ano, ministro pró-aborto do Brasil quer a vacinação forçada de 70 milhões de brasileiros, mesmo em quem já teve a doença e em que já foi vacinado. Quais os reais interesses por trás de tal atitude?

Julio Severo

De 9 de agosto a 12 de setembro de 2008, toda a população de homens e mulheres na faixa etária dos 12 aos 39 anos no Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte será obrigada a ser vacinada. Será a maior vacinação na história do mundo. Qual o motivo de uma vacinação tão grande contra uma doença que não é mortal nem representa risco para a vasta maioria da população do Brasil?


UNICEF, aborto, controle populacional e vacinas

A campanha "Brasil Livre da Rubéola" conta com o apoio do UNICEF, agência da ONU que tem sido acusada de fazer parte de uma agenda mundial de controle de população. Não é novidade o envolvimento da ONU e do UNICEF em iniciativas para reduzir a população mundial por meio do aborto, o controle da natalidade e até mesmo medidas de introduzir agentes esterilizantes em vacinas em massa. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html]

Entretanto, embora quase 100% da população brasileira esteja livre de sofrer quaisquer danos da rubéola, 100% da população têm um sistema reprodutivo. Essa é uma grande preocupação para os militantes pró-aborto. Em campanhas de vacinação semelhante em outros países, que as realizaram em nome de uma suposta preocupação com uma doença sem risco significativo, testes indicaram agentes esterilizantes nas vacinas. Como no caso atual da campanha "Brasil Livre da Rubéola", o alvo eram pessoas em idade reprodutiva. Como no caso do Brasil, o UNICEF estava por trás de todas as campanhas de vacinação que envolviam vacinas contaminadas com agentes esterilizantes.

Na campanha de vacinação em massa contra a rubéola na Argentina em 2006, foi confirmada a presença de agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536] O UNICEF estava por trás da campanha.

Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html] A campanha contou com o apoio do UNICEF.

Durante os anos, o UNICEF tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros meios de redução da população. Nessa questão, o UNICEF é bem parecido com Temporão. Para entender o que realmente quer o UNICEF, considere:

Em 1987, o UNICEF oficialmente apoiou "serviços de aborto de boa qualidade" na Conferência Internacional de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e Crianças em Nairóbi, Quênia.

Em 1993, o UNICEF aumentou - de 2 para 5 milhões de dólares - sua contribuição para o UNFPA, órgão da ONU que vem apoiando a política da China comunista de forçar esterilização e abortos em mulheres com mais de um filho.

Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas.

Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html

Os exemplos da Nigéria, Filipinas e Argentina mostram que vacinas contaminadas com agentes esterilizantes podem fazer parte de "inocentes" campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. Essas vacinas são administradas sem que os vacinados tenham consciência do que lhes foi injetado. Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional.

PROGRAMANDO O CORPO HUMANO PARA COMBATER A REPRODUÇÃO

Desde a década de 1970, experimentos de controle da natalidade têm sido conduzidos em países do Terceiro Mundo. Esses experimentos eram realizados por ricos grupos de controle populacional com a finalidade de se desenvolver substâncias esterilizantes que pudessem atuar conjuntamente com a fórmula das vacinas existentes. As experiências iniciais, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU, foram com vacinas contra o tétano e difteria. (Proc. Nati. Acad. Sci. USA Vol. 91, pp. 8532-8536, agosto de 1994)

O propósito declarado dos agentes anti-fertilidade é induzir esterilidade temporária fazendo com que o sistema imunológico da mãe se volte contra a gravidez. Não se sabe exatamente quantos tipos de métodos esterilizantes foram desenvolvidos por grupos de controle populacional, mas anos atrás a OMS ajudou a produzir um agente que neutraliza o hormônio humano da gravidez hCG (gonadotropina coriônica humana), um hormônio que o óvulo fertilizado produz no corpo da mulher logo após a concepção. O agente, que geralmente é atrelado às vacinas contra doenças (como tétano, difteria, rubéola, etc.), faz com que o sistema imunológico confunda o hormônio natural da gravidez como se fosse um germe de infecção. Daí, o corpo da mulher não reconhece o sinal da natureza que é hora de se preparar para a gravidez. O resultado é que o óvulo fertilizado acaba sendo rejeitado pelo corpo da mulher, ocorrendo assim um micro-aborto bem no início da gravidez.

A função dos agentes esterilizantes em vacinas contra doenças é fazer com que o sistema imunológico humano reaja contra a reprodução ou o início de uma gravidez do jeito que reage a uma infecção: combatendo e rejeitando.

Por sua interferência no funcionamento do delicado e complexo sistema imunológico e reprodutivo, os agentes anti-fertilidade nunca são inofensivos. Pode haver muitos riscos potenciais: indução de doenças no sistema imunológico e alergias, agravamento de doenças infecciosas, etc.

Há agentes anti-fertilidade nas vacinas da campanha "Brasil Livre da Rubéola"? É difícil responder, até porque quem criou esses agentes teve a clara má intenção de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível possível. Mas o que não é segredo são os sentimentos de Temporão e UNICEF com relação à vida dos bebês em gestação.

Assim, o que temos hoje no Brasil é o presidente de um partido pró-aborto, com um ministro da saúde pró-aborto juntamente com um UNICEF pró-aborto promovendo a inocente campanha "Brasil Livre da Rubéola" ou a "Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola".


TUDO PELO BEM-ESTAR DOS BEBÊS EM GESTAÇÃO?

O suposto objetivo da campanha é a erradicação da rubéola e proteger bebês em gestação de contágio possível de suas mães. Quer maior motivo de riso (ou de tristeza) do que um ministro de saúde pró-aborto dizer que quer o bem-estar de bebês em gestação?

Se Temporão tivesse uma preocupação genuína com os bebês em gestação no Brasil, ele sem dúvida lançaria uma campanha para erradicar do Brasil todas as clínicas clandestinas de aborto - sem mencionar, é claro, os próprios serviços do SUS que realizam abortamentos médicos. Além disso, ele também repreenderia Lula pelo apoio, no Brasil e na ONU, que seu governo tem dado ao aborto.

Pesquisa após pesquisa indica que, muito longe de apoiar a ideologia de implantação do aborto no Brasil, a população brasileira é pró-vida. Talvez a propaganda da campanha de vacinação de José Temporão esteja apenas espelhando esse popular sentimento pró-vida brasileiro.

Entretanto, há apenas um problema. Embora a campanha de vacinação seja apresentada como medida para proteger bebês em gestação - razão suficiente para atrair todo o apoio da população que é majoritariamente pró-vida -, Temporão em nada mudou seus sentimentos para com esses bebês. Ele ainda quer a legalização do aborto no Brasil.

Então, o que está por trás de sua suposta preocupação com o risco de alguns poucos bebês pegarem rubéola? Embora o Brasil tenha uma população enorme de quase 200 milhões de habitantes, em 2007 foram registrados apenas 17 casos de defeitos congênitos em todo o Brasil provocados pela rubéola. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_rubeola140708.pdf

Esse número é muito inferior ao número de casos registrados na Inglaterra, que tem uma população muito menor do que a do Brasil. Em comparação com o Brasil, que tem 17 casos por ano, a Inglaterra tem 43. http://www.patient.co.uk/showdoc/40024887/

Além disso, os casos de rubéola - que não representam perigo de saúde pública - caíram de 30 mil em 1997 para 326 em 2005. [http://www.cives.ufrj.br/informacao/rubeola/rubeola-iv.html]


ONDE ESTÃO AS CAMPANHAS ESTATAIS PARA ERRADICAR O ABORTO?
Considere agora que se o número de 17 bebês atingidos por rubéola é justificativa suficiente para obrigar um número elevadíssimo da população a se vacinar, então os milhares de abortos por ano não deveriam ser usados como motivo suficiente para se proibir toda propaganda e projeto pró-aborto no Brasil?

Será que as intenções de Temporão são obscuras? Aborto, segundo a ideologia dos engenheiros sociais, é uma medida social para reduzir a população mundial. Daí, o interesse de Temporão na legalização do aborto tem - debaixo de todo o confete de "preocupação com questões de saúde pública" - a marca registrada e óbvia de interesses internacionais que querem reduzir a população brasileira. Para essa finalidade, vale qualquer justificativa, por mais fictícia que seja.

Parece loucura. Um ministro pró-aborto em nome do bem-estar de alguns poucos bebês em gestação forçando uma vacinação em massa, enquanto em nome de um direito ao aborto ele quer sacrificar centenas de milhares de bebês ao aborto. Faz sentido?


MISTÉRIOS, MISTÉRIOS E MAIS MISTÉRIOS

O que está então por trás da campanha "Brasil Livre da Rubéola"? Há boas intenções na "Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola"?

A iniciativa estatal tem a meta de vacinar 70 milhões de brasileiros e abrangerá os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, além de toda população indígena que vive em aldeias. Nenhum brasileiro das áreas selecionadas terá direito ou a opção de isentar-se, a não ser os aidéticos e pessoas com problemas imunológicos.

Embora seja perda de tempo esperar que o Ministro da Saúde decida aparecer em público para revelar suas reais intenções, é possível obter pistas importantes através da imprensa secular, geralmente atrelada aos interesses do Estado. Vejamos então o que a imprensa está dizendo:

ELIMINAÇÃO DA RUBÉOLA:

"A campanha faz parte de uma ação preventiva para evitar a disseminação da doença. A ação está dentro do compromisso firmado pelos países das Américas durante a 44ª reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de eliminar até 2010 a rubéola e a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) - que pode causar aborto ou malformações no bebê". - Patrocínio Hoje

"Além da meta de eliminação até 2.010 e dos surtos ocorridos no País, outros motivos que levaram à decisão do Ministério da Saúde pela Campanha são: a gravidade da rubéola em gestantes, com a possibilidade de abortos e natimortos e de seqüelas irreversíveis". - Portal Novidade

"A campanha nacional, promovida pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo erradicar a rubéola até 2010 e terá início no dia 9 de agosto, estendendo-se até 12 de setembro. Em Mogi, serão vacinadas 127.719 pessoas. - Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes

"A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização já realizada no mundo." - Capital News

"No Brasil, serão aproximadamente 70 milhões. Trata-se da maior campanha de imunização já realizada no mundo". - Portal Novidade

"O Ministério da Saúde (MS) está preparando uma campanha inédita e de grande dimensão que começa no dia 9 de agosto. A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização já realizada no mundo". - Diário da Serra

Embora a vacinação seja obrigatória, para efeito de propaganda e para não deixar a população assustada, a campanha, segundo o Portal Novidade , terá "um enfoque da vacinação da família". Será então uma campanha supostamente para o bem-estar das famílias e dos bebês em gestação. Quer propaganda mais linda que essa?


EM QUE LUGARES A CAMPANHA GOVERNAMENTAL FORÇARÁ OS CIDADÃOS À VACINAÇÃO?

"Estão sendo planejadas estratégias como vacinação em trânsito e em lugares de alta concentração de pessoas; na população institucionalizada; pós-parto e pós-aborto; entre outras". - Portal Novidade


QUEM SERÁ OBRIGADO A TOMAR AS VACINAS?

"A vacina deve ser tomada por todas as pessoas de 20 a 39 anos, mesmo as que receberam recentemente imunização contra a doença". - Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes

"Todos os cidadãos nestas idades, independente de terem tomado doses anteriormente ou de terem tido ou não a doença, devem tomar a dose." - Portal Novidade

"É importante ressaltar a importância da vacinação em massa das pessoas entre 12 e 39 anos, mesmo que já tenham sido vacinados anteriormente, tanto na fase adulta quanto na infância". - Só Notíciashttp://www.sonoticias.com.br/mostra.php?id=70938


A RUBÉOLA É TÃO MORTAL E PERIGOSA ASSIM PARA JUSTIFICAR A VACINAÇÃO COMPULSÓRIA DE 70 MILHÕES DE BRASILEIROS?

"A rubéola em si não é considerada perigosa para os adultos". - Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes

"[A rubéola] não apresenta grandes riscos para o indivíduo, sendo a grande preocupação com as mulheres em idade fértil (até os 49 anos) que não tiveram a doença ou que nunca tomaram nenhuma dose da vacina e que devem ser vacinadas antes de engravidar. Nas mulheres não-imunizadas a aplicação é feita até os 49 anos e, nos homens, até 39 anos de idade na rotina". - O Estadão Matogrossense


DÚVIDAS:

Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado? Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá. Mesmo assim, o governo insiste em forçar a vacinação de todos, mesmo dos que já tiveram rubéola no passado.


MAIS DÚVIDAS:

Apesar de a rubéola não representar sério risco de saúde para a população, o governo Lula, com seu ministro pró-aborto da saúde, está investindo milhões de nosso bolso para pagar às poderosas empresas farmacêuticas, que muito lucram com campanhas de vacinação. Como explicar o Brasil ter a maior vacinação do mundo (e também provavelmente a vacinação mais cara do mundo) para combater uma doença que não é séria, enquanto pacientes morrem diariamente nos hospitais públicos por falta de medicamentos e equipamentos adequados? Pacientes morrem até por falta de vaga em UTI, porque não há recursos. [http://www.camacarifatosefotos.com.br/cff_fatos.php?cod_fato=8172]


QUESTIONAMENTO:

A população alvo da vacinação são mulheres de 12 a 49 anos e homens de 12 a 39 anos. Essa faixa etária é o que se define como idade reprodutiva.

Se 100% da população fosse atingida por uma doença séria e fatal, talvez fosse justificável uma vacinação em massa. Mas a rubéola não é séria nem fatal na vasta maioria dos casos. Na vasta maioria dos casos, essa vacina será inútil, pois a vasta maioria da população não tem problemas com a rubéola. Além disso, 17 bebês em gestação afetados por ano justificam tamanha campanha? Uma preocupação genuína pelos bebês em gestação deveria fazer com que o governo lançasse, em vez de uma desnecessária campanha "Brasil Livre da Rubéola", uma campanha necessária "Brasil Livre do Aborto".


CONTROLANDO ATRAVÉS DE MENTIRAS

Quando um Estado controlador precisa levar a população a aceitar suas imposições, a propaganda usual é que é para o bem dos cidadãos. As piores intenções são acobertadas pelas máscaras mais atraentes e agradáveis. É nesse sentido que, para "salvar" as mulheres que morrem em clínicas clandestinas de aborto, os cidadãos são convencidos de que a legalização do aborto é benéfica para todos.

É nesse sentido que, para dar auto-estima a quem fez a opção homossexual, o governo usa o dinheiro do povo para realizar nos hospitais públicos caras cirurgias de troca de sexo, enquanto cirurgias menos caras para salvar vidas perdem na prioridade, por causa de interesses politicamente corretos. Nos hospitais públicos, onde os recursos são escassos até para necessidades urgentes, vidas são literalmente sacrificadas para que homossexuais possam realizar seus desejos. Como disse o escritor Diogo Costa, cada sonho transexual de mudança de sexo custa o pesadelo de um paciente entre a vida e a morte. Quando o assunto é aborto e cirurgia de troca de sexo, ninguém melhor (ou pior) para entrar em cena do que o Ministro da Saúde José Temporão.

Aborto e contracepção são o primeiro item na lista de objetivos dos controlistas - indivíduos e instituições dedicados a promover a redução da população mundial. Para levar a população mundial a apoiar políticas pró-aborto, os controlistas apelam para a propaganda da explosão populacional e outras estórias de horror. Tudo é válido para se controlar e reduzir a fertilidade humana, até mesmo a promoção do homossexualismo. Do contrário, num país onde o sistema da saúde é um caos, como explicar tantos gastos em cirurgias desnecessárias cujo único objetivo é tentar dar auto-estima a quem pratica o homossexualismo? Pela própria natureza, o homossexualismo é infértil, sendo o sexo "ideal" para alcançar o objetivo da redução da população mundial.

Se aborto, contracepção e homossexualismo têm tudo a ver com controle de população, então evidentemente o Brasil tem um governo de orientação controlista. Um governo controlista usará qualquer meio - por mais benéfico que pareça - para diminuir a fertilidade de sua população.

Vivemos num mundo de ilusórias boas intenções. O diabo se disfarça de anjo de luz e promete o paraíso na terra. Em troca de falsas promessas, ele leva almas à destruição.

Nas campanhas de vacinação em massa na Argentina, Nigéria, Filipinas e outros países, o UNICEF mostrou que sabe aliar as piores intenções com as aparências mais angelicais. No Brasil, temos o compromisso de Temporão de que a campanha de vacinação em massa é apenas para proteger bebês e ajudar as famílias.

Não sei quantas justificativas inocentes e outros coelhos estranhos o UNICEF e Temporão conseguem tirar da cartola. Só sei que é arriscado participar de um espetáculo que pode prejudicar a fertilidade de homens e mulheres que vêem filhos como bênçãos, não como seres descartáveis.

Fonte: www.juliosevero.comhttp://www.juliosevero.com/

Para mais informações sobre vacinas, siga este link: http://escolaemcasa.blogspot.com/2005/09/informaes-sobre-vacinas-infantis.html

Versão em inglês deste artigo: What is behind the campaign "Brazil Free of Rubella"?http://lastdayswatchman.blogspot.com/2008/08/what-is-behind-campaign-brazil-free-of.html

Economia em superaquecimento?

Klauber Cristofen Pires - 28 Maio 2010


O que significa um "superaquecimento" da economia? Objetivamente, nada. Em uma sociedade onde vige um mercado livre, oferta e demanda são os dois lados de uma moeda só. Quem teve a oportunidade de assistir aos telejornais, deparou-se provavelmente com as recentes declarações do diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Stauss-Kahn, que tem afirmado a sua preocupação com o risco de haver "bolhas de superaquecimento da economia" dos emergentes, devido ao fato de os investidores levarem mais capitais a esses países. Notem os leitores como se processa a linguagem dos burocratas de carreira. O que significa um "superaquecimento" da economia? Objetivamente, nada, e por esta mesma razão é que é tomada como um profundo raciocínio por parte da imprensa e da comunidade em geral. É o princípio do rei nu...

Em uma sociedade onde vige um mercado livre, oferta e demanda são os dois lados de uma moeda só. A produção de serviços se dá à medida do atendimento à demanda e esta, por sua vez, é possibilitada pela progressiva criação de riqueza - ou em outros termos - pela produção de bens e serviços cada vez maior, por mais eficiente e especializada.

Preocupações de burocratas internacionais - mormente o chefe de uma instituição criada por Lord Keynes - somente se justificam em face das intervenções precedentes que o próprio estado protagonizou, seja facilitando o crédito para além do que o mercado permitiria, seja em face das incompetentes áreas que, postas a cargo do estado, nunca acompanham a iniciativa privada: energia elétrica, estradas e ferrovias, portos e aeroportos, comunicações, água e esgoto, e similares.

Qual, pois, o conforto que nos traz o ministro Guido Mantega? Afirma que o superaquecimento está "sob controle", mesmo porque os incentivos oferecidos por conta da crise desencadeada pela bolha imobiliária dos EUA estão sendo retirados.

Quem pode entender o que se passa, terá ouvido: "- Fiquem despreocupados: até hoje a nossa política energética não disse a que veio; nossas estradas continuarão tão esburacadas quanto sempre foram, e mesmo que os caminhões abarrotados não quebrem as molas no meio do caminho, seguraremos o superaquecimento da economia nas filas dos nossos ineficientes portos públicos. Ah, e mais - aquela facilitadazinha na vida que havíamos dado, podem esquecer!".

Com isto, convocam-nos a comemorar o arrefecimento dos negócios e o empobrecimento relativo da população...

Mídia Sem Mascara